domingo, 26 de outubro de 2008

DVDs compactos

Uma dica legal para a geração de DVDs mais compactos foi publicada na revista Info, de outubro de 2008, na página 108. Trata-se da ferramenta DVD Rebuilder que tem opções para diminuir o tamanho dos arquivos. O software pode ser baixado gratuitamente em: www.info.abril.com.br/download/5366.shtml.

sábado, 6 de setembro de 2008

Qualidade dos produtos Palm

Hoje, vou escrever sobre a qualidade dos produtos da Palm, que afetam ou afetaram a minha vida ao utilizá-los.

 

Meu primeiro equipamento da Palm foi um Palm Vx. Perfeito, sensacional e que me deixou fascinado por estas máquinas, pois nunca tinha tido uma antes. Consegui alterar o meu estilo de vida para manter-me sempre organizado.

 

Como upgrade do Vx, passei para o Zire 72, um produto com várias características a mais que o Vx (tela colorida, MP3, gravador de som, cartão de expansão, etc...). Entretanto, antes da compra do mesmo, já havia lido várias noticias sobre problemas do mesmo. O que comprei apresentou problema na primeira semana (nem lembro mais o que foi) e consegui trocá-lo diretamente na loja. Antes do término da garantia, tive que enviá-lo para a assistência, para ajustes (MDS, etc...).

 

Com a chegada das redes wireless, comprei um Palm TX, que embora possuísse o mesmo processador do Zire 72, sempre foi bem mais lento no processamento (em vários softwares ele dá uma engasgada). Não sei se fui "sorteado" com este problema no meu TX ou se é "padrão". Mas com o wireless, continuei utilizando muito o equipamento. Antes de acabar a garantia de um ano, enviei ele para a Palm, a fim de ajustarem o MDS. Agora, com dois anos de uso, o MDS está forte novamente. Além disto, a stylus está totalmente descascada, conforme a foto.

 

A alguns meses estava procurando trocar a stylus e no 29 de agosto, olhando para as vitrines de um Shopping, encontrei uma loja com uma embalagem de stylus originais da Palm aberta. Como eu queria comprar uma só, entrei na loja e questionei se vendiam avulsas. Ao confirmarem minha pergunta, comprei a mesma. Mas ao chegar em casa, minha alegria acabou, pois após encaixá-la no palm, tentei retirá-la, mas somente saiu a parte superior. A stylus ficou trancada no seu habitáculo e consegui retirá-la com a unha sem maiores problemas. Entretanto, observei que era um defeito da mesma; a borracha não se fixa firme na stylus.

 

Além disto, ao usar a stylus observei que a parte inferior também vai, aos poucos, se desgrudando do corpo, ou seja, para que a mesma não caia, é necessário ir reapertando a mesma de tempos em tempos.

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Fora tudo isto, escrever no TX está sendo muito penoso, por causa da MDS. É difícil de se escrever uma palavra sem que tenha que se apagar um ou mais pontos ou letras que "surgem" ao se tentar escrever uma única palavra.

 

Infelizmente, vejo que o meu TX logo servirá somente como tocador de MP3, função que não exige muitos toques na tela.

sábado, 26 de julho de 2008

Sony Ericsson W580i

Neste post, vou fazer um mini-review do celular Sony Ericsson W580i. Como sou entusiasta da linha Sony Ericsson e já tive os modelos T200, T68i e K700i, farei comparações do W580i com o K700i.

 

Quanto à fala: o aparelho possui um bom volume para se ouvir. Pode-se atender o telefone sem precisar abri-lo; entretanto, para discar, somente pode-se fazer sem abri-lo, se o número a ser discado constar nas ligações já efetuadas/recebidas. Outro item interressante é que a ativação do viva-voz é fácil, podendo ser efetuada ao atender o celular. Entretanto, a função de discagem sem a identificação do chamador não é individual como no K700i. Aqui é necessário ir no menu geral e dizer que deseja que o número fique oculto. Assim, todas as ligações efetuadas serão como ocultas, até que se altere novamente.

 

Quanto à cobertura: para o sinal telefônico parece-me não haver melhora ou piora quanto ao K700i. Já para a cobertura de dados, notei que há perda maior da cobertura. Entretanto, no W580i usa-se a tecnologia Edge, enquanto que no K700i usa-se somente o GPRS. Entretanto, não medi a velocidade de conexão oferecida pelo Edge para ver se tem muita diferença do GPRS.

 

Quanto ao design: o aparelho é fino, bonito e muito bom de se manusear. A abertura do slide somente é necessária para o uso da câmera ou de funções que necessitem a digitação dos números, como por exemplo, acessar rapidamente o nome de alguém contido na agenda.

 

Quanto à câmera: este é o item mais difícil de eu avaliar, pois é uma função que raramente uso no celular, e que por não praticar, deixo de aproveitar certas características mais avançadas, como o uso do zoom. A cãmera é de 2 megapixels e gera imagens boas, mesmo sendo visualizadas no computador.

 

Quanto ao som: é incrível, mas quando um Sony Ericsson tem a palavra Walkman no modelo, a qualidade do som é outra. Neste quesito, o aparelho é fantástico. Como gosto de ouvir música ao correr, acabei usando o telefone sem os fones de ouvido. A qualidade dos alto-falantes é excepcional. A qualidade dos fones é muito boa também, mas não consegui me adaptar a eles, pois como são pequenos, caem seguido da orelha. Além disto, eles se infiltram muito ao ouvido, causando desconforto. A vantagem destes fones é que existe um conector intermediário entre o aparelho e os fones, onde se pode conectar outra extremidade, ou seja, a saída do celular para os fones é proprietária, mas na outra ponta deste conector tem uma saída padrão.

 

Outra função que estou sempre usando é o menu Esportes, onde monitoro as minhas corridas (pode ser usado para caminhadas também). Como resultado das corridas, ele exibe: distância percorrida, tempo percorrido, velocidade média, velocidade máxima e quantidade de calorias queimadas.

 

Uma vantagem deste aparelho é que ele já vem com conector e software para usá-lo ao computador, facilitando enormemente a transferência de arquivos (músicas, vídeos, etc...).

 

Resumindo: é um celular com várias features e com um preço muito bom para o que oferece. Indico ele para quem adora ouvir música e correr/caminhar. IMG_3852IMG_3853IMG_3854IMG_3855IMG_3858

 

terça-feira, 22 de julho de 2008

Mais memória

Também no dia 17, comprei um pente de 1 GB de memória RAM para o meu notebook Itautec N8610. Como ele somente possui dois slots e tinha duas memórias de 512 MB instaladas, acabei retirando um dos pentes e colocando o pente de 1 GB, deixando o mesmo com 1,5 GB de RAM. E é incrível a diferença que os 512 MB a mais fizeram. Já no desktop, quando fiz este upgrade, não senti quase nada de diferença.

 

A memória comprada foi de 533 MHz, DDR-2 da Kingston.

Mouse

No dia 17 de julho, comprei um novo mouse para substituir o do notebook, que tinha caído. O modelo é o Genius GM-03003, que está na foto. Embora ele seja menor que o modelo que eu estava usando (Clone 06111), o mesmo não é tão confortável quanto o da Clone, bem como não é silencioso ao se pressionar os botões. Além disto, o scroll é mais duro para ser rolado.

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sábado, 24 de maio de 2008

Perigo com Wi-Fi

Olhá só esta notícia: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/052008/21052008-18.shl. Então, estou ralado, pois passo umas 16 horas por dia em zona wireless, tanto em casa quanto no trabalho. Hoje ainda estávamos falando sobre o assunto, mas era mais sobre vazamentos em fornos de micro-ondas (teste do celular dentro do forno). Aí, lembrei do wireless, pois já tinha lido algum questionamento sobre o assunto. Agora com esta reportagem, fiquei apavorado; aqui em casa ainda posso desconectar, mas e no trabalho?

 

Na íntegra, o texto do Plantão Info:

 

PLANTÃO INFO / 05/2008 / TI



Por saúde, bibliotecas francesas deixam Wi-Fi

Felipe Zmoginski, do Plantão INFO
Quarta-feira, 21 de maio de 2008 - 16h33


SÃO PAULO – O temor de que redes sem fio causem interferências na saúde humana já fez cinco bibliotecas parisienses desistirem da tecnologia.


Segundo o jornal Le Monde, esta semana a famosa biblioteca de Sainte-Geneviève, em Paris, decidiu aderir à onda sem conexões wireless para evitar supostos problemas à saúde humama.


Sainte-Geneviève foi a quinta biblioteca na cidade, em seis meses, a desistir da conexão sem fio. Consultas à internet, agora, só podem ser feitas de se o leitor plugar seu laptop em pontos de rede disponíveis nas bibliotecas.


Trabalhadores destes estabelecimentos argumentam que não há certeza médica sobre a segurança de se expor por várias horas, todos os dias, às freqüências da internet sem fio.


Alguns bibliotecários criaram a expressão “mal do Wi-Fi” para definir sensações de vertigem, náuseas, insônia e dores de cabeça supostamente causados pela exposição às redes sem fio.


Em 2007, uma discussão similar fez um sindicado de professores do ensino fundamental na Inglaterra exigir estudos médicos aprofundados sobre o tema.


Na ocasião, especialistas ingleses a serviço da secretaria de Saúde, o equivalente ao Ministério da Saúde, concluíram que redes sem fio não causam mal à saúde.

Wi-Fi em ônibus

O texto abaixo foi extraído do blog da Débora Fortes da Info e foi postado em 21/05/08. Agora, basta esperar (sentado) para esta tecnologia chegar ao Expresso Vitória para que a viagem Porto Alegre/Charqueadas tenha esta "feature".  Eis o texto original:

 

Ônibus da Microsoft é Wi-Fi



Campus da Microsoft, em Redmond: trânsito não será mais desculpa para não entregar o trabalho no prazo

Pensando em tirar um cochilo no ônibus no caminho de casa para o trabalho (ou vice-versa)? Pois algumas empresas encontraram uma forma de manter os funcionários produtivos também durante esse trajeto.

É o caso da Microsoft, nos Estados Unidos. Alguns dos ônibus que fazem o percurso para o campus de Redmond já incorporam rede Wi-Fi. Se você torceu o nariz pensando que vai trabalhar ainda mais horas, aí vem uma boa notícia. A proposta é que os funcionários descontem esse período do seu expediente normal e tenham mais tempo livre.

Na Microsoft, como na maioria das empresas de tecnologia, ninguém fica contando o expediente em horas, mas pelas metas acertadas com o chefe. Só que se você usar o tempo perdido no trânsito para fazer o seu trabalho, vai poder economizar minutos preciosos no fim do dia. E ir mais cedo para casa.

O ônibus com Wi-Fi da Microsoft estreou em setembro do ano passado. Aos poucos, o projeto está sendo implantando nas linhas que chegam à sede da empresa. Quem mora em Seattle, por exemplo, gasta cerca de uma hora até lá, com direito a congestionamento.

Os funcionários marcam seus lugares pela internet. Um dos que está esperando a sua vez é o brasileiro José Baldner, 38 anos, engenheiro de desenvolvimento de software da Microsoft.

Há sete anos na empresa, ele trabalha com performance/qualidade de áudio e vídeo e dispositivos portáteis. Baldner mora em Redmond Ridge, há 15 minutos do escritório. Mas, com trânsito, leva 30 minutos. "O Wi-Fi deve estrear no ônibus que cobre o meu percurso em dois meses", diz.

Pensando bem, o cochilo do ônibus não vai fazer falta alguma se você conseguir mesmo chegar mais cedo em casa...Postado por - Débora Fortes - 21/05/2008 - 16:51