terça-feira, 30 de novembro de 2010

Aprendendo

Conforme colocado no último post, tinha dois problemas que eu precisava tratar: som abafado nas ligações e a importação dos contatos do Nokia E71 para o iPhone 4. Quanto ao som abafado, verifiquei que o mesmo foi resolvido ao retirar a película que veio com o smartphone e colocar uma outra. Isto, porque a película que veio bloqueava a saída fisciamente a saída do som.

Quanto à importação dos contatos, tomei uma surra e gastei boa parte do domingo nesta tarefa. Foi através de muita pesquisa que consegui obter êxito. A ideia inicial era: a) exportar os contatos do Novia Ovi para o Microsoft Outlook e depois do Outlook para o iTunes. Normalmente, utilizo o notebook para fazer as minhas tarefas. Mas como no meu notebook não tem o Outlook, acabei instalando o Nokia Ovi no desktop. Fiz a conexão com o Ovi e, assim, os contatos saíram do celular pro aplicativo. Na segunda etapa, consegui importar todos os contatos para o Outlook, mas estranhamente, não consegui fazer a importação do Outlook para o iTunes. Tentei várias vezes, mas sem sucesso. Para não me alongar nesta narrativa, verifiquei que o Ovi exportava para os Contatos do Windows e também observei que o Google Contacts importava dados dos Contatos do Windows e que o iTunes importava do Google Contacts. Então, foi o que fiz, exportei no Ovi para os Contatos do Windows e importei estes no Google Contacts. Depois, configurei o iTunes para importar do Google e pronto. Claro, que não foi tudo perfeito, pois no sincroniza pra cá, sincroniza pra lá, a maioria dos contatos ficou duplicado. Ontem, à noite, entrei no Google Contacts e apaguei os duplicados todos e gerei nova sincronização. Agora, está tudo certo.

Após ter notado que a importação dos contatos funcionaria, passei para outras atividades. Mas, como o Goosync que utilizo é o freeware, então só consigo importar os contatos. Ainda restavam os calendários e as notas. Bom, voltei ao Microsoft Outlook que já tinha recebido estes dados do Ovi e escolhi a opção de exportar estes dados no formato .CSV. Após a exportação, entrei no Google Calendar e importei o arquivo gerado. Mais uma tarefa concluída. E o que me impressiona é como a Google tem solução pra tudo e como estas soluções funcionam.

Ainda no domingo, resolvi passar algumas diversões para o iPhone. Músicas, vídeos e fotos transferidos rapidamente. A única coisa que vou ter que fazer é atualizar as capas dos álbuns e artistas, a fim de que elas sejam exibidas no iPhone, pois algumas estão sendo e outras não. Também fiz um teste para verificar se o iPhone funcionaria com um fone de ouvido Bluetooth da Nokia que tenho. Foi ligar o Bluetooth, emparelhar os equipamentos e mais uma pendência resolvida.

Parti para a instalação de alguns softwares no iPhone. Para isto, a primeira coisa que tive que fazer foi o meu cadastro na iTunes Store. Achei estranho ter que colocar o número do cartão de crédito, mas assim o fiz. Primeiros programas baixados: Twitter para iPhone, Nimbuzz e o Goosync. Notei que o Nimbuzz para iPhone não permite conexão com o Twitter, como é feito no Nokia E71.

Uma coisa que eu não estava entendo, por ainda não ter lido o manual, é como se fecha os programas. Achei que saindo dos mesmos teria fechado, embora soubesse que alguns ficavam em segundo plano, como o iPod. Mas notei que isto não era bem assim, quando ao estar trabalhando, notei que alguém me chamou no MSN, pois notou que eu estava on-line, sem que eu soubesse. Neste momento, notei que o Nimbuzz continuava ativo. Solução do desclarecido: desliguei e liguei novamente o celular. Chegando em casa, fui direto no Blog do iPhone, procurar a solução. Depois de assistir o vídeo, aprendi como se faz. É claro que eu tinha deixado todos os programas pelos quais tinha passado aberto.

Quanto ao uso: a experiência em lidar com as músicas, fotos, vídeos e programas muito bem elaborados é sensacional. A qualidade dos programas que até agora estou utilizando é muito boa. E o impacto da mudança? Bom, o que ainda não me habituei foi com o método de digitação: no Nokia E71, eu digitava muito rapidamente com aquele teclado. Já no iPhone, estou em processo de aprendizado, embora com alguma melhora já notada. Mas a produtividade caiu muito. Também vou sentir falta de ouvir o rádio no celular, no horário do almoço, como eu fazia. Já notei que no iPhone as funcionalidades não são executadas de um modo genérico (ex.: transferência de contatos via Bluetooth, configuração de MP3 para toque do celular, etc…), mas que se pesquisando acha-se soluções e alternativas para o que se deseja. E não sei o motivo pelo qual, este fato de ter que buscar as informações e testá-las, acaba me atraindo bastante.

Outra coisa que lembrei positivamente, foi a facilidade de configurar as caixas de correio-eletrônico. Configurei duas em pouquíssimos minutos e já acessei as mesmas rapidamente. Agora, vou ler meus e-mails no iPhone também, ou seja, vou deixar menos tarefas pra fazer em casa.

Vou terminando este post e assim que tiver novidades e curiosidades, coloco aqui.

sábado, 27 de novembro de 2010

Primeiras ações no iPhone 4

Faz pouco mais de vinte e quatro horas que estou com o iPhone 4, mas já tenho algumas poucas impressões sobre o mesmo, que podem, com o tempo, serem alteradas.

A primeira coisa que aprendi nele foi passar para o modo silencioso, pois quando o mesmo passou a funcionar (pegou o sinal da operadora), eu ainda estava no ambiente de trabalho. Na primeira ligação que recebi, tive muita dificuldade de escutar o interlocutor, pois o volume parecia estar muito baixo. Quando cheguei em casa, fui para internet e vi outras pessoas reclamando. Depois, com mais calma, vi que a película que vem no aparelho, acaba abafando o local onde sai o som das ligações. Agora, à noite, coloquei uma nova película, que não bloqueia a saída do som, mas quando usei o controle de voz, pareceu-me que a melhora foi pouca. Amanhã, farei o teste com novas ligações.

O que vem na bela embalagem do iPhone?

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Além do aparelho, vem: cabo USB, adaptador para carga na rede elétrica, fones de ouvido e os manuais rápidos. O aparelho veio com duas películas: uma frontal e outra na traseira, para evitar os riscos. IMG_0413Entretanto, estas películas não são adequadas para o uso, tendo em vista que este plástico de proteção, bloqueia a saída do som na parte superior (som das ligações), bem como dificulta o acesso ao botão principal. Como já tenho o costume de utilizar películas, desde a época do meu saudoso Palm Vx, logo ao sair da loja da Vivo já fui comprar uma película e capa para o celular. Comprei duas, conforme mostra a foto abaixo:

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A capa da iSkin (modelo Solo) não traz película, embora seja quase 3x mais cara. Já a capa da Celular Mart, além de trazer uma capa protetora, também traz uma película. Assim, adotei a seguinte solução: película da Celular Mart e capa da iSkin, pois a mesma é transparente na parte traseira, enquanto a outra é toda preta. Assim, o iPhone ficou desta maneira (menos elegante, é claro, mas mais protegido):

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Ah: a película que veio na traseira do iPhone, eu não tirei.

Como a bateria foi sugada por volta das 15 horas (usei o YouTube até drenar), deixei ele carregando por 6 horas. Assim, pouco usei o aparelho. Rapidamente, o que vi:

  1. O acesso via Wi-Fi é bem rápido, mas ainda não achei uma maneira de ligar/desligar rapidamente;
  2. Ainda não detectei qual é a maneira de eu saber se estou usando a conexão 3G (pouca prática do usuário);
  3. Usar o YouTube foi uma experiência maravilhosa no iPhone;
  4. Usar os fones-de-ouvido também foi muito bom, pois a qualidade do som é show;
  5. Já aprendi a usar o controle de voz (que horas são?);
  6. O bloqueio do Bluetooth para conexão com outros aparelhos é muito chato, pois não consigo transferir contatos, músicas, etc… de outro equipamento para o iPhone via Bluetooth;
  7. Por falar em contatos, ainda não consegui transferir os contatos armazenados no Nokia E71 para o iPhone 4. Primeiro, porque o chip é de tamanho diferente; segundo, porque via Bluetooth, não rola. Assim, fui pro Google e acabei parando na mesma solução que tive que adotar quando transferi os contatos do Palm TX pro Nokia E71, ou seja, usar o Microsoft Outlook como meio-de-campo. Assim, fui pra um outro micro, instalei o Nokia Suite. Depois da instalação, sincronizei o Nokia E71 com o Nokia Suite, passando os contatos, tarefas, calendários, etc… para o desktop. Depois, instalei o Outlook neste desktop e fiz o Nokia Suite sincronizar com o Outlook (até aqui, tudo bem). Depois, instalei o iTunes no desktop. Mas na hora de sincronizar o iTunes com o Outlook, não rolou (até diz que funcionou, mas não copiou nada pro iPhone). Como não investi muito tempo, fica pro dia seguinte, a resolução deste problema;
  8. Instalei o iTunes no meu notebook e já baixei e instalei o iOS 4.2 no iPhone. Só não consegui fazer o meu registro na loja iTunes , porque abortei a missão. Vi que ele pede o número do cartão de crédito. Será que pra App Store também? Mais uma tarefa que fica pro dia seguinte.
  9. Já fiz o download do manual completo do iPhone, mas só li as 2 primeiras páginas.

Por enquanto, era isto. Tem muita coisa pra rolar, até que o aparelho esteja muito funcional pra mim. Por enquanto, o que mais me preocupa é conferir se o som das ligações ainda continua baixo e a transferência dos contatos. Neste domingo, vou tratar destes dois assuntos e posto aqui depois.

sábado, 20 de novembro de 2010

Ford Focus e Novo Ford Focus

Conforme prometido, vou seguir colocando informações e comparações entre um Ford Focus 1.6 GLX Flex (modelo antigo) e um Novo Ford Focus 2.0 (gasolina), ambos do modelo 2009. Peço desculpas pela qualidade das fotos, mas a intenção é divulgar informações e não ter as melhores fotos. Cabe lembrar que na sequência de fotos, a primeira sempre será referente ao Novo Ford Focus e a segunda ao antigo modelo do Ford Focus. Se alguém quiser maiores informações é só postar comentários, que eu retorno.

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Porta-malas: a primeira foto é do porta-malas do Novo Focus, que possui uma saliência na direita, onde está o triângulo e a chave de rodas. O do Focus antigo é reto, sem saliências. Como dá para verificar nas fotos, os dois têm bancos traseiros rebatíveis no formato 2:1, bem como a tampa superior pode ser retirada em ambos os modelos. O porta-malas do Novo Focus tem maior amplitude, pois o carro tem maior entre-eixos. Quantos litros cada um? Boa pergunta. Se alguém quiser saber, posso pesquisar e responder depois.

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Painel: neste quesito, vai muito do gosto do cliente sobre o que é mais harmonioso. A primeira imagem é referente ao Novo Ford Focus e a segunda, do antigo Focus. O quadro de instrumentos do Novo Focus é mais completo. Já a qualidade do material e a sensação agradável para a pegada é melhor no antigo Focus. Entretanto, a Ford melhorou a qualidade no Novo Focus 2010, colocando um volante bem mais bonito, com apliques cromados nos aros, e com o mesmo material do antigo Focus. Mas no 2010, a marca Sony deu lugar a outra, menos expressiva.

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 Espaço interno: como o Novo Ford Focus tem um entre-eixos maior, seu espaço interno é maior, e nota-se isto principalmente para quem vai nos bancos traseiros.

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Estofamento: em ambos os modelos, o material é muito bom. No Novo Focus, é mais escuro.

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Motor: aqui a diferença é gritante. O Focus antigo conta com um motor Flex de 115 cavalos, enquanto que o Novo Focus conta com um motor a gasolina de 145 cavalos. Ambos os carros andam muito bem, mas, no início, achei até perigoso andar no Novo Focus, devido a agilidade e velocidade que o motor te entrega. Se novo já é vigoroso, imagina quando estiver mais amaciado. Um elogio vai para o silêncio do motor do Novo Focus 2.0, no qual nem se percebe a velocidade em que está. Qual foi a velocidade máxima que coloquei no Focus antigo? Deixa pra lá. E no Novo? Deixa pra lá, 2 vezes.

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Consumo de combustível: neste quesito, no meu caso, o Novo Focus é bem mais econômico que o antigo. Mas por que no meu caso? Conforme coloquei no post anterior, o Focus 2007/2008 que eu tinha, que é igual ao antigo 2009/2009, ou seja, mesmo motor, mesmo carro, era muito mais econômico que este. No outro cheguei a fazer mais de 16 KM/l e neste, o máximo que fiz foi 13,5 KM/l (ambos os casos com tanque cheio de gasolina e no mesmo trajeto). Normalmente, o atual não está fazendo mais que 10 KM/l com gasolina, embora ele ande praticamente em trajeto urbano, com percursos bem pequenos. Já com o Novo Focus, eu misturo metade de trajeto urbano e metade de rodovia, mas nunca fiz menos que 10 KM/l. Normalmente, ele faz entre 11 e 12 KM/l, neste trajeto misto. E como eu não poupo nas arrancadas, estou bem satisfeito com o consumo.

Visual externo: aqui, também fica ao gosto do cliente. Quando lançaram o Novo Focus, fiquei meio reticente quanto ao desenho traseiro, principalmente pelas sinaleiras. Na frente, há maior robustez, embora o conjunto de faróis do modelo antigo também seja muito bonito. Quanto ao rodado, eu acho que o rodado do Novo Focus GLX é o mais bonito do país; ele é bem mais bonito que o do modelo Ghia, top de linha do Novo Ford Focus.

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Era isto. Um resumo nada técnico de dois modelos do Ford Focus.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Ford Focus

Em julho de 2007, adquiri um Ford Focus 1.6 GLX Flex. Lembro que naquela época, estava entre o Focus, o Stilo (que eu já havia dirigido) e o Peugeot 307, que na época era novidade no Brasil. Analisando a relação custo x benefício, bem como pesando itens como seguro, manutenção, dirigibilidade e, muito baseado, nos test-drives feitos pela Revista Quatro Rodas, fiquei com a intenção de comprar o Focus.

Num destes sábados, que costumo ir a Porto Alegre para passear com a família, resolvi passar numa concessionária (a antiga SuperAuto da Farrapos). E, pra sorte ou azar, naquele dia tinha um GLX prata disponível. Assim, o negócio foi bem rápido. Proposta do vendedor pra cá, contraproposta pra lá e saímos para almoçar, com o acordo de dar uma resposta na tarde daquele mesmo dia. Depois de fazer uma rápida análise durante o almoço resolvemos adquirir o veículo. Depois de mais alguns dias, para a entrega do veículo, começa uma longa trajetória de adoração pelo Ford Focus.

Aquele modelo (2007/2008), embora GLX era de difícil diferenciação do modelo mais simples, o GL, tendo em vista que o único diferencial externo eram os pneus de 15 polegadas, frente aos de 14 polegadas do GL. O único acessório que coloquei no Focus foi os faróis de neblina. Lembro que a revista em seus comparativos, quando colocava ele a frente dos outros hatches, sempre avisava que o carro não vendia mais, porque a Ford não tinha um marketing adequado para o mesmo. E ela tinha razão. Pouco tempo depois, saiu um comercial onde mostrava que os donos de Focus pensavam diferentes, onde todos iam para um lado (congestionado) e os donos de Focus iam para o outro. Daí em diante, o carro começou a vender bastante, pois tinha uma ótima relação custo x benefício.

Mas o principal fator que me levou a gostar do Focus é a sua dirigibilidade. É um veículo muito seguro, ágil e que proporciona muito prazer ao seu motorista, ou seja, o principal privilegiado é o motorista. Lembro que quando fiz a minha primeira viagem pra serra (Nova Petrópolis, Gramado e Canela) fiquei impressionadíssimo com o carro, porque o mesmo grudava nas curvas, transmitindo uma segurança que até então eu não tinha tido ao volante, possibilitando uma pisada mais agressiva do que cautelosa.

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No final de 2008, a Ford lança no Brasil, o Novo Ford Focus, que viria para substituir o Focus existente no mercado, após um bom período. É claro que naquele momento havia uma diferença gigantesca de valores entre os dois modelos (um custava uns R$ 45.000,00 e o outro uns R$ 60.000,00). Aí, a Ford resolveu continuar com o modelo antigo do 1.6, durante o ano de 2009, e neste caso, criou diferenciais externos para o modelo GLX (frisos, grade dianteira, retrovisores e aberturas das portas na cor do carro, bem como friso traseiro cromado e rodas de liga leve). Na parte interna, a única coisa que mudou e eu me lembre foi o rádio que passou aceitar MP3).

Então, chegou a hora de efetuar a troca do meu antigo Focus por um novo carro. A única e grande dúvida era: por qual Focus? O Focus 1.6 OLD ou o Novo Focus 2.0? Foi muito difícil definir. O Novo Focus era bem mais caro e ainda não tinha caído bem no meu gosto (ou será que era no bolso?). O OLD Focus seria um carro que logo parariam de fabricar e teria uma desvalorização maior. Foi um período de umas três ou quatro visitas a concessionárias, comparando os dois. Cheguei a fazer uma proposta para a vendedora da Copagra sobre o Novo Focus, mas que ela não aceitou, pois tinha uma boa diferença de valor. Como o restante da família preferia o antigo e como a esposa disse que não conseguiria dirigir o novo e como eu adorava o antigo, eis que compro o mesmo em agosto de 2009, recebendo o mesmo somente em 8 de outubro, pois o GLX só tinha sob encomenda. Opcionais: faróis de neblina e película. Como o carro é da mesma cor do antigo, muitas pessoas nem verificaram que eu tinha trocado, o que foi muito bom.

Hoje, ele já tem mais de um ano comigo, mas ainda dá para publicar umas fotos boas do mesmo.

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Ao compará-lo com o anterior, dá pra notar a grande melhora no visual, basicamente com o conjunto rodado, frisos e maçanetas na cor do carro e a película. Atualmente, ele está com, aproximadamente, 8.850 KM. A única desvantagem deste carro para o antigo é que este está consumindo bem mais gasolina/álcool que o outro, mesmo sendo o mesmo motor, o mesmo carro, tudo igual (até o motorista). Outro fator importante de ser frisado e que notei após a aquisição é que o carro estava mais travado que o anterior, ou seja, aquele papo de que carro novo não rende igual a um mais “amaciado”, é verdade. Agora, depois de um ano de uso, já não sinto mais o carro travado, como era no início.

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Mesmo após ter comprado o Focus, fiquei espiando o andamento das coisas para o Novo Ford Focus. Quando saiu a notícia de que seria lançado o modelo 1.6, para substituir o que comprei, e o modelo 2.0 Flex, eu pensei que a desvalorização iria começar a pegar pra valer no Novo Focus 2.0. Não deu outra: os preços vieram caindo de R$ 59.000,00 para R$ 57.000,00, para R$ 55.000,00. Quando chegou num patamar bom, eu resolvi deixar de somente procurar as concessionárias para acompanhar preços. Quando restavam pouquíssimas unidades (3) em Porto Alegre, resolvi fazer negócio. Fiquei entre o preto e o prata Atenas, que acabei escolhendo por ser uma cor diferenciada e que com o tempo dá menor impressão de desgate do carro. O Prata Atenas nem estava na loja para eu ver, mas como eu já tinha visto uns na rua, não tive dúvidas. No dia 31 de janeiro, fui na SuperAuto Show da Cavalhada retirar a máquina. Ele estava lá, reluzindo. Foi só o tempo de levá-lo pra casa e guardá-lo na garagem, pois como eu estava iniciando minhas férias, acabei viajando com o outro e deixando o novo parado por uma semana, até o meu retorno.

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No próximo post (que ainda vou montar), vou analisar as diferenças entre os dois carros. Nada de uma maneira muito técnica como fazem as revistas, mas sim com a visão de um usuário comum. Claro que algumas informações técnicas serão passadas, mas serão as mínimas possíveis.

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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Manipulando o iPhone 4

Na quarta-feira (10/11), fui na loja da Vivo do Praia de Belas Shopping para conferir o iPhone 4 e decidir se faria a troca do meu Nokia E71 pelo iPhone. Entretanto, antes de ir, questionei uma usuária do mesmo sobre o famoso problema da perda/diminuição do sinal no aparelho, quando se segura o mesmo na parte lateral esquerda inferior.

Ao chegar na loja e ser rapidamente atendido (elogiar é saudável), verifiquei os planos e preços possíveis para o meu caso e pude manipular livremente o aparelho por alguns minutos. Claro que como nunca tinha mexido num, alguns itens não eram tão óbvios, mas não tive problemas em fazer algumas operações. Do lado positivo, o que me chamou a atenção é a rapidez com o que iPhone processa os pedidos, bem como a qualidade da foto, frente às fotos do Nokia E71.

Entretanto, resolvi não adquirir o aparelho, neste momento, pelos seguintes motivos:

  • problema da diminuição do sinal;
  • GPS não dar referência por voz (ex.: “dobre à esquerda”), como é feito no software do Nokia E71; 
  • chip não ser compatível com outros aparelhos, ou seja, um chip inserido no iPhone, não pode ser inserido em outros aparelhos, devido ao formato ser diferente (menor). Assim, se eu quisesse usar o mesmo chip no iPhone e no Nokia E71, não conseguiria. Coisa que atualmente faço, principalmente quando vou correr e troco o aparelho de celular que me acompanha.

Esta decisão não é definitiva e posso mudar de ideia a qualquer momento. Talvez se eu manipulasse o aparelho por uma semana, minha decisão já seria outra. Por enquanto, vou acompanhar as notícias sobre o iPhone 4 e verificar os sofwares disponíveis para ele, para ter maior embasamento na decisão. Particularmente, eu citaria que a maior vantagem de partir para esta plataforma é a ampla gama de softwares disponíveis para o mesmo, tendo em vista que gosto de centralizar muitas funções num único aparelho, como fazia na plataforma Palm (ex.: agenda pessoal, controle de tarefas, controle financeiro, acesso à internet e redes sociais, manutenção de veículos, músicas, vídeos, etc…),.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Seguindo com as pesquisas

Ontem, no final do dia, recebi uma ligação do pessoal da Vivo do Shopping Praia de Belas sobre a chegada de novos iPhones. Eles queriam saber se eu ainda tinha interesse, a fim de agendar uma visita para a aquisição do equipamento. Relatei que estava estudando o caso para ter uma definição da compra ou não do aparelho.

Assim, ao chegar em casa, voltei a fazer novas pesquisas sobre reviews e comparativos envolvendo o iPhone 4. Pelo que notei, de pontos negativos, tem-se a ausência de um rádio FM, o GPS não ter indicação por voz (pelo menos, foi o que entendi), não haver slot para cartão de memória adicional e, principalmente, o chip dele não ser compatível em outros celulares. De pontos positivos, li vários elogios para a tela e para a câmera que ficou bem melhor que no modelo anterior (3GS)., além da tão falada usabilidade.

Quanto à minha decisão? Ainda não sei.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Chegou a vez do iPhone?

Recebi um aviso do pessoal da Vivo que há disponibilidade de um iPhone 4 para minha aquisição. Resisti a tentação de sair correndo para a loja para adquiri-lo e resolvi usar a racionalidade. Preciso de um iPhone? Ou melhor, ficarei mais satisfeito com ele do que estou com o Nokia E71?

A primeira ideia que tive foi procurar comparativos entre os mesmos na internet. Li vantagens e desvantagens dos dois lados. Fala-se muito que o Nokia E71 é mais voltado ao ambiente profissional, embora eu não o utilize praticamente assim. Particularmente, em termos de softwares, penso que na plataforma iOS vou encontrar bem mais recursos, embora eu não tenha me aplicado muito (embora devesse ter feito) na pesquisa no lado Symbian.

Como minha análise não terminou, vou verificar se as características que são importantes pra mim estão disponíveis no iPhone 4: Internet Tethering, GPS, MP3, Bluetooth, MSN, web, e-mails. Também vou procurar mais uns reviews, antes de tomar uma decisão.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Hardware + Software

Em um dos posts anteriores, eu fiz uma comparação entre o Sony Ericsson W580i e o Nokia E71, para o evento de corridas.Naquele post, fiz uma comparação onde preocupei-me muito mais com o hardware do que com o software,

Depois de mais algumas corridas e utilizações do Nokia, verifiquei a importância do software e assim, passei a utilizar mais a dupla Nokia E71 + Endomondo. Este software além de permitir a escolha de outros esportes, como o ciclismo, mantém um histórico dos esportes praticados em calendários mensais, o que importante para quem é curioso ou leva seu treino mais a sério. Além disto, o software também disponibiliza outras informações sobre cada evento.

No quesito software, eu estava acostumado com a quantidade e qualidade dos softwares disponíveis para Palm, o que sempre me fez utilizá-lo bastante. Infelizmente, a Palm não conseguiu evoluir muito com o seu hardware e, assim acabei partindo para um smartphone (Nokia E71), pois carregar o Palm pra todo lugar, além de um celular não é algo com o qual eu me acostumei, No Symbian, embora eu não tenha me aplicado muito na busca de softwares, como fiz na plataforma Palm, também tive dificuldades de encontrar softwares. Sinto falta de um bom software para o gerenciamento de tarefas (todo), para controle de abastecimento de veículos, etc. É claro que encontrei outros muitos bons, que utilizo diariamente ou seguidamente, como o Fring, o Nimbuzz. o JoikuSpot, o Opera Mobile e o Endomondo.

Então, não adianta termos um hardware poderoso se não houver softwares que possam usufruir de todas as características que o hardware possa disponibilizar. É por este motivo, que o Android e a plataforma do iPhone estão se afirmando cada vez mais, devido à grande disponibilidade de softwares para estas plataformas.